sábado, 29 de dezembro de 2012


19.5
Estabelecida, a distancia de curvas perigosas.
Acabei me vendo subindo a serra.
Atraído pelo simples desejo
De olhos claros no meu texto.
Imaginei a sutileza da estrada,
Me amparando na clara vontade de encontro.
Alimentando obter o som.
Da voz bonita desejada.
Explicação jamais vou querer.
Sei que nada foi programado.
No pé do morro sol sofrido
Na alegria destinada.
Sao alguns números percorridos
Energia interligada.
Dentro do meu peito aflito
19.5 a distancia quilometrada
Onde começa meu sorriso.
E termina a caminhada.

quarta-feira, 14 de setembro de 2011

Talvez num tema contado.
Me mato entre a fuga.
Eles, do lado do nariz.
Os mesmos que me julgam!

...
E de você, noticia só enterrado!
Corro, escapo e me afasto.
Sigo, procuro meu espaço.
Dentro de ti ambição.
Eu me perco me desfaç
o
O que seria do poeta, sem a humildade e a complexidade?
O ódio e o amor.
A dor e ópio.
Sou eu o seu senhor!
Deus me criou.
... Imperfeito eu?
Talvez.
Faço de você, espelho meu!

Criatura


Bem, ia a pia.
Para o ralo ia.
Água!
Fonte de vida.
O que faria?
Sem ela ia.
Sem rumo.
Nascia.
Cria tua.
Criatura.

quarta-feira, 17 de agosto de 2011

Tenho amor

Eu inventei meu próprio amor,
Transformei a lagrima em seca.
Causei minha intensa dor!
E não volto, mesmo que me perca.

Eu transformei o ódio em sabor.
Inventei uma mentira bonita.
Penso em dizer, frases amiga.
Não vou deitar,por sentir calor.

Soube que nem es aflita.
Tinha tudo, mas evita.
No meu colo ser parasita.
E deixar a vida,deixar a vida.

Trago no peito, nenhum rancor.
Os olhos, lápis de cor.
Pinto você como uma flor!
Tenho amor,tenho amor

Juro


Juro, li na perna escrita da virgula.
A frase mais linda.
Tinha uma distancia pre definida.
de 104 km de alegria.

Poderia esperar ansiosamente!
Sem que, meus dentes a mostra caíssem!
Vermelho, meus olhos atentos.
Vislumbrariam sorrateiros.

Juro que lia.
Na perna da menina, uma escrita que era minha!
fiz de conta que os meus cabelos não sabiam.
Mais que minha!Era a alma, menina.

Juro por aquele mundo que andei.
Igual assim, tao distante perto que notei.
Fora que em vão jamais jurei.
Juro que era sim a frase mais linda
Ababelado, eu?
Ababelado, você!
Você se engana.
Jamais me engambelo.
Sou seresteiro.
De que terreiro?
Socialista!
Que?
Sociolingüístico?
Não!
Eu já lhe disse:
Ababelado

quarta-feira, 10 de agosto de 2011

Eu não sei se as coisas ou pessoas mudam e são capazes de entender! Falando por mim, vos digo que não gosto de perder oportunidade nenhuma! Aceito seu sorriso como parte de mim e se for tão importante para você...mesmo que não volte mais para minha casa, sempre estará em meu coração!
As vezes caímos no chão, perdemos a noção e o rumo...Entramos em desespero e cometemos erros infantis...Mas na hora que levantamos e com hombridade reconhecemos nossos erros, a recompensa é melhor ainda!Humildade sempre...E não deixe que o orgulho te consuma e faça de ti uma pessoa isolada do amor!Tem pessoas que só com um sorriso nos fazem perceber que a vida é muito mais que isso..
Eu acredito, eu busco e confio na minha capacidade.Eu poderia, te explicar melhor, mas seus olhos já não brilham o meu caminho.Aprendi andar sozinho

domingo, 31 de julho de 2011

Grito

Quando nas veias em vez de sangue se tem porcaria
Uma garrafa amiga,e uma seringa.
Obstruem ,volumosamente os nervos
De aço meu peito explode toxina!

Quando nas asas desse vôo me perco.
No começo do fim trágico,
Tragédia tal qual Julieta e Romeu
No fim, sou eu quem morreu!

Quando na discrepância do destino.
Segue o rato o menino.
Na batalha da lei fugitiva,
Minha válvula de escape é o grito!

Traz o sentindo a tona.
Quando na noite cai víbora.
Meu manto, minha lona.
No olhar de um cão faminto!

Surro minhas roupas batidas.
Minhas falas são de um artista.
E as questões são todas relativas,
Na presença de uma linda menina.

Prende-se por prazer e dor.
Na volúpia da destreza,
A canalhice sem pudor.
Do homem arrependido.

Vivo o que é morto,
Na altura da minha cama.
Quebro as barreiras.
E o coração inflama.

Derramo o sugo envenenado.
Deleito na noite adentro,
Julgo-me ferido dentro.
E na vida condenado!

Cale-se impiedosamente diante do filho.
E ajoelhe-se diante do pai.
Respeite o melhor do frio.
E saiba que no inferno cai.

Ate as mãos e pegue as vendas.
Um chicote e a castidade.
De inocente morreu velha!
Ignorância, sua vaidade.

Cuspo na cara da tristeza.
E de vergonha insana me detesto!
Cuspo na cara da tristeza.
E nela me fortaleço.

Volta e meia

Estrela cai dente.
Dente estrela branca.
Branca de neve.
Neve fria,
Fria tu és.
É quem eu queria!
Queria em mim,
Dentro e fora
Pra fora eu fui.
Fui e não voltei.
Volto um dia.
Dia de sol,
Sol ardendo.
Ardendo meu coração.
Coração que foi seu,
Seu seria outra vez!
Vez que perdi para o copo.
Copo quebrou,
Quebrou o que era bom.
Bom eu me tornei ruim.
Ruim, amargo gosto.
Gosto de você.
Você não de mim.
O que devo fazer?
Estrela cai de novo,
Novo, velho amor.
Andando por todos os cantos,
Canto pra esquecer!
Esquecer o que não queria,
Queria trazer de volta.
Volta e meia você pra mim!

Verdade

Agora nessa paz que te consola, entre uma gravação e uma sessão espirita.Tenho a verdade no coração, um pouco de contentamento em aceitar e um amor para reencontrar.Entre a linha dos olhos ou mesmo no acento do é!Tudo depende da minha busca ou do seu bom humor, mas uma grande diferença separa a razão de estar e a vontade de ignorar...se não for a mesma coincidência que faz juntar; Ódio e prazer ou mesmo o fato de nos amar!

quinta-feira, 21 de julho de 2011

Paz

Em paz eu nado,eu transbordo, afogo me em conhecimento,esqueço do talento e deixo o simples navegar.Em paz eu crio meu destino,viro e reviro o meu mundo.Não esqueço de onde venho.E não preciso que alguém me lembre quem eu sou!Em paz lentamente eu caminho,não é o fim, mas o começo de tantas outras aventuras a desbravar!Levo comigo guardado no peito a paz do do teu beijo,e o segredo das nossas noites que um dia vivemos em paz!
A maior procura do ser humano é sempre estar procurando o que não deve
A maior procura do ser humano é sempre estar procurando o que não deve
A maior procura do ser humano é sempre estar procurando o que não deve

terça-feira, 19 de julho de 2011

Ela não pode ver o que escrevo, também não demonstra o que sente. Eu vivo isolado do mundo, me protejo. Dentro de casa eu vivo!Ando tão tranqüilo. Assim fica fácil pensar. Aceito as ofensas, mas não pretendo esquecer a crueldade. O mundo anda tão vazio, que prefiro encher o meu copo de luz e paz!

segunda-feira, 18 de julho de 2011

Bela flor

Olhei por todo canto, a sua volta.
O brilho azul esverdeado do céu
Encantador e apaixonante
Senti vontade de não parar de
Olhar, sentir e agir.
Uma forte sensação de equilíbrio e paz,
Toma conta do coração.
Uma fala calma de pausas noturnas.
Que cada manhã é concluída, iniciada e inacabada.
Mais um ciclo!
É a espera da criança pela mãe.
Da amada pelo soldado.
Da lua pelo sol.
Uma menina de sentimentos simples.
Cativante.
Surpreende-me nessas conversas batidas.
Maravilha descobrir o ser.
Ser o humano e ter a presença de tal.
Comove-me, e faz de mim vivo.
Sem explicação!
Juro, por jurar e seguir jurando.
Jamais esse medo tomará conta de você!
Descobrirá o amor em outros passos,
Dentro e fora da sua mente.
Encontrará sim o caminho mais bonito
No jardim em que foi criada,bela flor!

Diego Saad

terça-feira, 12 de julho de 2011

Sem os teus olhos ,eu enlouqueci!

Enlouqueci realmente eu enlouqueci.
Ando perdido sem sentido.
Busco uma razão para tamanha loucura.
Vejo todos os fatores a minha frente,
Mas não quero culpá-los.
Guardo meus motivos.
Tornei-me um psicótico
Alucinado, ando perdido.
Entre seus olhos e minha busca.
O que mais dói é não ter olhos e nem mais o que buscar.
O mesmo som que um surdo possa escutar.
O mesmo que um câncer maligno.
Eu estou perdido!
Cai dentro de um abismo de emoções contraditórias,
Perdi os meus sentidos reais.
Zumbi de um sonho impossível.
Maldito como um cão apavorado.
O diabo tomou conta dos meus passos,
E deus não percebeu.
Eu enlouqueci literalmente enlouqueci.
Para a poesia, para musica e para você.
Para isso bastam rascunhos e muita bebida.
Pouco amor, a perda e tristeza.
Eu enlouqueci!
Mas não quero culpá-los.

Diego Saad